A PRAGA DAS ONG’s I
Vocês sabem o que quer dizer ONG? Moleza, né? Quer dizer Organização Não Governamental. Isso existe no mundo inteiro e são instituições não ligadas a governos que lutam por uma causa, geralmente de cunho humanitário e que ajuda a população mundial ou o planeta de uma forma geral. Talvez a ONG mais conhecida seja o Greenpeace (Paz Verde em português), que já tem 40 anos de vida e batalha no mundo inteiro em defesa da ecologia. É uma organização gigantesca com sedes em diversos países, incluindo o Brasil. Esta ONG sobrevive principalmente de doações muitas vezes milionárias de pessoas anônimas, artistas e outras celebridades.
A PRAGA DAS ONG’s II
Dei o exemplo acima para poder falar sobre a acertada decisão da presidente Dilma Roussef em cortar as verbas milionárias que o governo vinha destinando às ONG’s no Brasil, que se multiplicam na velocidade da luz. São milhares no País. Dilma quer uma auditoria nessas organizações na tentativa de separar o joio do trigo. A história recente mostra falcatruas que já derrubaram ministros e altos dirigentes. Vultosas verbas destinadas ao trabalho, esporte, saúde, turismo, moradia e outros programas de inclusão e melhoria das condições de vida da população foram desviadas total ou parcialmente e, em alguns casos, serviram a clientela inadequada ou arrebanhada à sombra de interesses políticos. No Brasil, ONG virou sinônimo de bandalheira.
A PRAGA DAS ONG’s III
Como disse lá na primeira nota, ONG significa Organização Não Governamental e, portanto, não poderia estar sobrevivendo de dinheiro público, do nosso dinheiro, aliás. Deveriam buscar sua sobrevivência nas doações daqueles que são simpáticos à sua causa. Em São Miguel do Oeste cito a ONG Amigo Bicho, que faz um belíssimo trabalho na defesa dos animais abandonados ou maltratados, mas não recebe um centavo de dinheiro público pra isso. Agora, criar ONG para roubar dinheiro público é o cúmulo da safadeza que tem de ser exemplarmente punido, levando-se os corruptos às barras dos tribunais e demitindo sumariamente todas as autoridades e servidores que, por omissão ou outro motivo, deram oportunidade aos desvios.
FINADOS
Já disse em várias ocasiões que não cultuo e acho total perda de tempo o Dia de Finados. Essa romaria aos cemitérios neste dia é ilógica, se formos olhar pela ótica da espiritualidade. E é justamente a igreja Católica que mais se envolve nesse culto aos mortos. Se todo o esforço que a população faz para ir até o cemitério fosse usado para visitar os vivos seria muito mais frutífero e o mundo seria mais fraterno. Lá só existem amontoados de ossos. Nossos mortos devem ser cultuados em nossas lembranças, em nossos corações todos os dias, e não apenas em 2 de novembro. Aliás, sou adepto da cremação. É muito mais ecológico e elimina o velho problema da superlotação dos cemitérios.
DAS PLACAS
Recebi a visita esta semana do diretor de Trânsito da prefeitura de São Miguel do Oeste, Moacir Maschio, que veio conversar sobre a nota publicada na última Coluna acerca da falta de placas indicativas de ruas em bairros da cidade. Ele informou que já estão encomendadas mil placas a serem colocadas em vários bairros e outras tantas também estarão sendo distribuídas em todo o perímetro urbano. Maschio falou também sobre o trabalho que está sendo feito pelo Departamento Municipal de Trânsito, o Demutran, com pintura de faixas e extensão dos estacionamentos oblíquos.
LULA
O ex-presidente Lula voltou à mídia não só no Brasil, mas no mundo todo. Desta vez, a volta aos holofotes não trouxe boas notícias. A informação de que o ex-presidente está com câncer pegou todos de surpresa e acabou gerando uma comoção nacional. A doença, segundo os médicos, é de média agressividade e tem até 85% de chances de cura. O câncer de laringe ataca principalmente fumantes e alcoólatras. Como todos sabem, Lula sempre foi chegado numa pinguinha e num pito. Mas acho que ele escapa dessa, especialmente porque está recebendo tratamento médico vip. Se fosse pelo SUS estaria ferrado.
SEÇÃO “MELA CUECA”
CHUVA DE OUTONO
Cai do céu de outono a chuva fina
Sobre a tarde que se encerra
Com perfume de folha, de terra
Sob o abandono, a alegria
Sob o mar turvo, a poesia
Sob as trevas o luar
Tudo se agita e se esconde
Com a chuva clara de outono
Meu amor está em outros braços por direito
Mas bem sabe que por destino eu sou seu dono
Sobre a tarde que se encerra
Com perfume de folha, de terra
Sob o abandono, a alegria
Sob o mar turvo, a poesia
Sob as trevas o luar
Tudo se agita e se esconde
Com a chuva clara de outono
Meu amor está em outros braços por direito
Mas bem sabe que por destino eu sou seu dono
Onde você se escondeu?
Quero te encontrar
Mas essa chuva fina
Insiste em não parar
Quero te encontrar
Mas essa chuva fina
Insiste em não parar
DA SÉRIE “O QUE ME IRRITA”
Me irrita muito gente que costuma fazer denúncias para a imprensa, mas na hora de se responsabilizar pelas informações cai fora, dizendo que seu nome não pode aparecer. Esse é o legítimo “cagão”. Quer que a imprensa cumpra seu papel, mas não quer cumprir o seu. Há também a classe do “bundão”. Esse envia denúncia para o nosso portal de notícias e quando a gente vai checar descobre que o e-mail e o telefone que deixou são falsos. Pô, vai encher o saco da sogra!!!
DA SÉRIE “POBRE TAMBÉM PODE TER”
Empresa transportadora de suínos
PARA PENSAR NO BANHEIRO
Sexo emagrece. Por isso que quem casa engorda.

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