VAMOS SUPERFATURAR I
Venho falando seguidamente que a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 é um mau negócio para o País. Entretanto, os fanáticos por futebol insistem em dizer que vai ser tudo maravilhoso, que o lucro para o a Nação vai ser astronômico, que vamos estar sob os olhares do mundo por 20 dias, que isso, que aquilo, que aquilo outro, blá, blá, blá e tal. Ótimo! Com exceção dos Estados Unidos e mais alguns países, o mundo inteiro respira futebol, o chamado “Esporte das Massas”, embora eu ache que seja o esporte de manobra das massas. A Copa do Mundo de 2014 no Brasil, segundo divulgado pela imprensa esta semana, vai custar três vezes mais que as últimas três copas. Ou seja, o aclamado evento vai comer bilhões de dólares, cuja maior parte vai sair dos cofres públicos.
VAMOS SUPERFATURAR II
Figurinhas carimbadas, como o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, já está esfregando as mãozinhas ligeiras desde que o Brasil foi anunciado como a sede da Copa de 2014. Presidente eterno da CBF (assim como figuras de outras entidades bem conhecidas nossas), Ricardo Teixeira é o comandante-em-chefe de todo o esquemão para a organização do megaevento. Ora, a corrupção no Brasil é uma doença endêmica e só os muito ingênuos podem achar que a roubalheira, via superfaturamento de obras, não vai campear neste caso. Basta sabermos que o atraso na construção, reforma ou adequação de estádios, além de outras obras públicas, vai gerar a dispensa de licitações sob a alegação de emergência para cumprir prazos impostos pela Fifa, a poderosa Federação Internacional de Futebol, cujo presidente, aliás, está até o pescoço enterrado em denúncias de corrupção.
VAMOS SUPERFATURAR III
Não quero dizer que o Brasil não mereça ter a Copa do Mundo, que por aqui aconteceu há 60 anos, mas acho sinceramente que o País tem grandes problemas prioritários a serem enfrentados e cuja solução talvez custasse bem menos que uma Copa do Mundo. A questão no Brasil é fiscalização. Por aqui, tem que botar um fiscal para fiscalizar o fiscal, que também está fiscalizando o outro fiscal do fiscal. Assim mesmo, ainda se corre o risco de fazerem um acordinho para faturar um por fora. Mas, como sou uma “Voz no Deserto”, como João Batista (o da Bíblia), me calo, mesmo porque sou um em 180 milhões de maníacos por bola.
FHC LEVOU UM CHIFRÃO I
Depois de velhinho, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ficou sabendo que ganhou um tremendo chifre na testa, não de sua falecida esposa Ruth, mas sim da jornalista, na época da Rede Globo, Miriam Dutra, com quem teve um caso. Dois testes de DNA, feitos em São Paulo e em Nova York , revelaram que o ex-presidente do Brasil não é o pai de Tomás Dutra Schmidt, filho da jornalista. Em 2009, houve o reconhecimento da paternidade num cartório em Madrid, na Espanha. O primeiro teste foi feito no fim do ano passado, em São Paulo. A saliva de FHC foi recolhida em São Paulo e a de Tomás em Washington, nos EUA, onde estuda. O primeiro exame deu negativo. FHC decidiu então se encontrar com Tomás em Nova York para um novo teste, que também deu negativo.
FHC LEVOU UM CHIFRÃO II
Fernando Henrique Cardoso estava disposto a manter a história restrita a seus familiares. De acordo com interlocutores do ex-presidente, ele acha que o exame é uma mera negativa biológica e não jurídica. Pessoas próximas ao ex-presidente dizem também que ele está disposto a manter o reconhecimento de Tomás. Com base em recentes decisões dos tribunais superiores, os herdeiros de FHC poderão, futuramente, questionar a paternidade. Bom, já temos um ex-presidente chegado numa pinguinha, agora temos também um corninho. Se é que chifre de amante vale, né?
E POR FALAR EM MULHER
As mulheres, que nos fazem passar por tantas atribulações, mas sem as quais não vivemos, estão com tudo no Brasil. Basta dizer que as três pessoas mais poderosas do País são mulheres. Falo da presidente Dilma Rousseff, da ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Helena Hoffmann, e da ministra das Relações Institucionais, a catarinense Ideli Salvatti. Olha, das três apenas Gleisi escapa da escassez de beleza exterior. Ela até que é bem gostosinha. Olha a foto aí e me diga se não tenho razão. Digamos que Dilma e Ideli não compareceram à fila para distribuição de atributos físicos (para ser politicamente correto).
BARRIGADA DA IMPRENSA
No jargão jornalístico, barrigada é quando um órgão de imprensa divulga uma matéria fria, sem comprovação ou com dados errados. Essa semana, a imprensa toda do País entrou nessa ao noticiar a aludida morte do dublê de repórter e humorista (e biba) Amin Khader, atualmente contratado da Rede Record. A própria Record anunciou ao vivo a morte do cara, baseada em notícia postada em twitter. Em seguida, todos os grandes portais do País, emissoras de rádio e televisão divulgaram a notícia. Até o local do velório foi anunciado. Enquanto isso, o “defunto” passeava tranquilamente em uma praia carioca. O chato foi a grande imprensa ter que desmentir depois. É o que dá divulgar notícia sem checar a fonte.
DA SÉRIE “O QUE ME IRRITA”
Me irrita muito ligar para algum órgão e uma voz eletrônica ficar desfilando opções de ramais que você pode falar teclando um número. Por aqui tem muito disso. Pior, a gente gasta um minuto de telefone ouvindo a cantilena. Um desses órgãos em São Miguel do Oeste ainda me bota uma voz masculina, irritante. Pô!!!! Pelo menos me bote uma voz feminina agradável. Que coisa!!!!!!!!
PARA PENSAR NO BANHEIRO
“Pode ser feia, pode ser gorda... Só não pode ser feia e gorda”.
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